Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil
Enviada em 26/10/2021
Getúlio Vargas iniciou a industrialização brasileira. Contudo, o setor primário destaca-se na economia do país devido às condições naturais favoráveis. Nesse viés, existem polêmicas sobre a expansão do agronegócio no Brasil, como a intensificação do desmatamento e a dependência tecnológica. Logo, urgem medidas para mitigar esse cenário.
Nessa conjuntura, o desmatamento, reforçado pelo setor primário, afeta diretamente na existência de vida no planeta. Sob essa ótica, segundo a terceira lei de Newton: “Toda ação gera uma reação”. Nessa perspectiva, essa afirmação remete ao fato de que a expansão economica pautada na agricultura em larga escala, propicia num cenário ambiental crítico, pois a desarborização agrava o efeito estufa. Dessa forma, é necessário atenuar os índices de desflorestamento na coletividade brasileira.
Ademais, o Brasil encontra-se como um país subdesenvolvido e o natural é ascender de posição, porém o agronegócio, setor que necessita de tecnologia de ponta, dificulta essa realidade ideal, já que o país não é produtor tecnológico. Sob tal perspectiva, de acordo com a geografia, o agronegócio não é o melhor destaque econômico para a nação brasileira, porque exige altos gastos com a exportação de tecnologia. Nesse panorama, compreende-se que é fulcral viabilizar o desenvolvimento de instrumentos modernos no próprio país.
Em suma, é perceptível que o modelo do agronegócio possui entraves. Nesse sentido, o Estado, responsável pela manutenção do bem-estar social, deve driblar a prática do desmatamento, por meio de fiscalizações e punições mais rígidas nas áreas rurais com a ajuda do Poder Executivo, a fim de reverter os danos causados pelo setor primário. Além disso, o mesmo órgão precisa investir mais na educação, em especial nas universidades, com o intuito de aprimorar os instrumentos tecnológicos da nação. Assim, a visão da geografia será modificada.