Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil
Enviada em 24/10/2021
Na obra, “O Princípe”, de Maquiavel, há o conceito de: os fins justicam os meios. Consoante a obra supracitada, observa-se, na conjuntura brasileira, devido à, ideologias capitalistas e a dependência do agronegócio para a economia do Brasil, o aumento da degradação ambiental em decorrência da expansão do agronegócio, causando assim um desequilíbrio do meio ambiente. Nesse viés, o empecilho é inconcebível e merece um olhar crítico.
Imprescindível frisar, a princípio, da importância do pensamento capitalista no impasse. Nesse contexto, durante a Era Vargas, o defunto-presidente do Brasil, Getúlio Vargas, promoveu a “Marcha para o Oeste”, que tinha como objetivo desenvolver economicamente as regiões centro-oeste e norte do país, como resultado do projeto houve uma intensa desequilíbro do meio-ambiente. Mediante ao exposto, é indubitavelmente que o capitalismo praticado na pátria é antagonista do equilíbrio da natureza, a exemplo do desmatar da Amazônia com o fito do desenvolvimento da indústria do agronegócio mas também a invasão de terras indígenas protegidas pela a Constituição federal, documento de maior poder legislativo. Logo, faz-se necessária uma mudança no sistema.
Outrossim, vale salientar a dependência de tal pratica na economia. Nesse viés, segundo o filósofo moderno, Francis Bacon, compreende-se que a finalidade da ciência deve ter uma utilidade clara: dominar a natureza para servir ao ser humano. O Brasil, assim senso um país de gigante território temse como a maia eficiente e rápida forma de industrialização, a exploração da terra, fazendo com que seja um agente exportador essencial, no entanto a subordinação do Estado em tal exercício comprometa a principal fonte da certeza da prosperação ecológica, a estabilidade da natureza. Em suma, seria negligênte afirmar a inocência financeira na problemática.
Portanto, percebe-se que são necessárias medidas capazes de mitigar o problema. Por isso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente em parceria o Ministério da Economia, elaborar e fiscalizar, por meio de leis de preservação ambiental como ainda os delimites de área própria para a indústria do agronegócio persistir, com a ajuda de estudantes de engenharia ambiental e economista das faculdades públicas do Brasil. Dessa forma, terão assim uma nação livre das críticas feitas a esse setor.