Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil
Enviada em 25/10/2021
A agricultura contribui para uma parte significativa no PIB atual brasileiro. Contudo, o agronegócio acarreta diversos problemas ambientais. Nesse sentido, o quadro ocasiona não só o desmatamento, mas também a degradação do solo. Sendo assim, convém analisarmos as principais consequências do impasse na sociedade.
Inicialmente, o descontrole da expansão dos negócios relacionados à agricultura é o principal fator responsável pelo desmatamento das florestas brasileiras. Nessa conjuntura, muitas empresas ignoram leis de proteção ambiental, desmatando grandes extensões de terras dos biomas do Brasil. Segundo o IMAZON (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), nos últimos 10 anos, a devastação da Amazônia se intensifica cada vez mais, devido à ampliação do agronegócio. Dessa forma, o problema acarreta na perda da biodiversidade, causando a extinção de muitas espécies que não conseguem sobreviver à situação.
Outrossim, a degradação do solo é uma grave consequência do impasse. Nesse preâmbulo, a contaminação do solo utilizado para a agricultura ocorre em virtude do uso descometido de agrotóxicos, causando, ao longo do tempo, a baixa fertilidade da terra. De acordo com as Nações Unidas, a cada 5 segundos, uma quantidade de solo equivalente a um campo de futebol é perdida no mundo. Diante do exposto, esse empecilho gera tanto problemas ambientais quanto econômicos, ocasionando crises globais.
Destarte, urge que o Governo - responsável pela garantia de políticas públicas - fiscalize, por intermédio de leis mais severas, as empresas de agronegócio, a fim de amenizar os problemas causados por ele. Além disso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente intervir nos negócios voltados à agricultura e à pecuária, com a finalidade de maior preservação ambiental. Dessa forma, haverá melhora no panorama atual brasileiro.