Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 03/01/2022

Com o surgimento da Revolução Verde nos anos 60 foi possível produzir em grande escala os alimentos o que por um lado permitiu que o mundo não entrasse em colapso pela falta de comida, também traz o problema da dificuldade em distribuir esses alimentos e como não é feita de forma correta muitas pessoas passam fome. Do mesmo modo, a expansão do agronegócio -que foi ampliado devido a Revolução Verde- permite aspectos positivos e negativos: não só os problemas sociais e ambientais, mas também a importância para a econômia.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o agronegócio traz problemas sociais. De acordo com o documentário ‘‘Sustentabilidade’’, o agronegócio impacta as relações com o coletivo, isso porque as terras estão concentradas nas mãos de poucas pessoas e também a falta de vigilância governamental faz com que hectares de florestas sejam destruidas, prejudicando o meio ambiente e não havendo punição. Assim, quando não há reforma agrária e preservação os impasses no campo continuam.

Todavia, o agronegócio faz parte da econômia do país e é necessário devido a contribuição interna. Porém, o questionamento feito pelo Movimento Sem Terra - criado nos aos 80- e outros movimentos sociais, são a respeito da distribuição dessas terras, pois a reforma agrária fará com que que o comércio continue, mas a distribuição seja mais igualitária e não tão concetrada. Logo, para que o acesso à terras seja para todos é preciso que ocorra reforma agrária.

Portanto,  é necessário que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Assim, o Ministério da Agricultura deve criar um projeto de reforma agrária e proteção as florestas, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar a listas das terras que não estão sendo utilizadas e a distribuição de equipamentos de vigilância para o monitoramento do avanço do agronegócio em relação as florestas, a fim de garantir a igualdade e proteção das terras brasileiras.