Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil
Enviada em 14/04/2022
De acordo com o jornalista George Bernard Shaw “O progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada”. Consoante a isso, a frase pode ser aplicada aos problemas que o agronegócio causa. Esse contratempo pode ser minimizado caso haja mudança no incentivo ao consumo desenfreado e a promoção de um bem-estar social.
Certamente, é inegável que o consumismo está ligado à grande produção e comercialização de produtos agrícolas. Nessa perspectiva, de acordo com o filósofo e sociólogo Karl Marx, é dever do governo manter equilíbrio entre questões sociais e econômicas. Entretanto, infelizmente, o Brasil não pratica uma agricultura sustentável, dando preferência ao capitalismo fugaz. Com efeito, há uma contagem de 17 milhões de hectares desmatados, só na Amazônia, de acordo com o site G1.
Além disso, parte da saúde da população brasileira pode ser associada aos impactos ambientais que estão sendo causados diariamente. Assim, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é fundamental a garantia de direitos básicos ao cidadão, bem como sua boa disposição física e o bem-estar. Pelo contrário, lamentavelmente, de acordo com o site Scielo, os agrotóxicos utilizados no agronegócio podem causar diversos tipos de doenças, sendo assim, considerados um risco para o meio ambiente e para a saúde humana.
Logo, medidas devem ser tomadas a respeito de tais acontecimentos. Primeiramente, o Estado, amsi precisamente o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), deve criar reservas ambientais, por meio de leis interventivas, com o intuito de preservar a biodiversidade evitar o desmatamento de diversas áreas. Além disso, o Ministério da Saúde deve determinar a diminuição de agrotóxicos nos alimentos, a fim de garantir maior segurança para a alimentação do povo. Dessa maneira, conforme previsto por George Bernard Shaw, a mudança levará o país ao progresso.