Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 08/11/2022

No governo de Getúlio Vargas, em 1930, houve a industrialização do Brasil, no qual deu importância a outros setores existentes como fonte de riqueza, implantando indústrias. Todavia, a economia brasileira passa a ser reprimida em relação a outros países. Contudo, as produções e exportações causam grandes impactos econômicos e ambientais.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o setor representa 21,6% do PIB nacional. Isso significa que a agricultura e pecuária são responsáveis por uma grande produção que envolve diversos segmentos da economia, como nutricionistas, veterinários, transportadores e entre outros. Ademais, os investimentos seguem por toda cadeia, ou seja, ocorre a produção de rações para suínos, bovinos, aves e outros, para alavancar a exportação de alimentos em outros países que não conseguem produzir do mesmo produto.

Porém com a expansão do agronegócio no Brasil, afeta a biodiversidade, podendo extinguir espécies de plantas e vertebrados ainda existentes. Segundo o estudo da Abraji, a agropecuária é a ameaça mais frequente, relacionada ao risco de extinção de 944 espécies, com 29%. Dessa forma, a criação de gado e outros podem causar desmatamento por precisarem de uma área extensa para a produção, esgotamento de nutrientes, compactação, erosão e aceleração da desertificação.

Em suma, cabe as maiores empresas do agronegócio do país, como a JBS, COSAN, Ambev e outros demais, junto com a tecnologia, introduzirem software de gestão para racionalizar a utilização de equipamentos e insumos, e colocar o controle de irrigação que mantém a umidade do solo de maneira contínua e automática por meio de alto investimento e apoio para essas novas medidas com o fim de aumentar a economia e exportação da nação brasileira, além disso, evita a redução de animais.