Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil
Enviada em 08/11/2022
A economia no Brasil além de ser elitista, se baseia em insustentabilidade ambiental, contribuindo para discussões que envolvem o agrobusiness. No país, uma parcela da população é marginalizada do processo de produção econômica devido a forte separação de raças que existe. A problemática ambiental se desenvolveu graças a cultura capitalista, fazendo com que a polêmica da insutação necessite acabar para que o agronegócio seja sustentável.
Em primeira análise observa-se que foi no período colonial que a sociedade econômica do Brasil se formou, baseando-se na agricultura e na forte inferiorização que sofria quem não fazia parte da aristocracia rural, que pode ser caracterizada pela frase “Quem tem terra tem poder”. Assim, a elite fundamentada no capital tem como desejo expandir suas fronteiras agrícolas para que amplie seus lucros o que acarretaria em um dano para a sustentabilidade ambiental e na qualidade de vida.
Ademais, decorre um contínuo aumento dos índices de poluição, de desmatamento e de aqueciemento global que juntos implicam no ciclo natural do ambiente. Assim, esses desdobramentos passam a ser irreversíveis, causando danos na fauna e na flora. Por conseguinte, a sáude do ser humano fica comprometida por causa do uso indevido e intensivo de agrotóxicos, assim como pela alteração de diversos fatores ambientais.
Deprende-se, portanto, que o Governo deve elaborar uma nova legislação que proponha a diminuição da concentração fundiária no quesito posse de terras para que favoreça assim o progresso de pequenos latifundiários e que se expanda a quantidade de terras produtivas. No âmbito ambiental, devem ser criadas campanhas de conscientização pela mídia que vise lucro e sustentabilidade, despolarizando o PIB brasileiro e alçancando um maior desenvolvimento financeiro.