Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 10/11/2022

Getúlio Vargas industrializou o Brasil em 1930, então o setor primário deixou de ser a principal fonte de riqueza e deu lugar à indústria. Por enquanto, porém, a economia brasileira está reiniciando. Como resultado, a expansão do agronegócio tem causado alguma controvérsia em questões ambientais e econômicas.

Em primeiro lugar, o desenvolvimento das fronteiras agrícolas representa uma enorme perda de biodiversidade. Segundo Darwin, o ambiente seleciona as características das espécies e, por isso, a Amazônia, devido às suas condições climáticas, deu origem a uma rica comunidade de flora e fauna. Nesse sentido, alguns organismos da área são endógenos, ou seja, não encontrados em outras vegetações. Como resultado, o desmatamento causa perdas biológicas irreversíveis.

Além disso, é preciso analisar que o avanço da agricultura aumentou o PIB do país. Por causa de nossos solos férteis, massapê e terra roxa (ambos férteis), é natural que as plantações tenham um lugar importante na economia. Mas é preciso perceber que proteger a natureza tem o potencial de aquecer o mercado, por exemplo, as empresas farmacêuticas obtiveram lucros enormes usando penicilina de fungos.

Então, diante do que foi exposto, é preciso agir. É responsabilidade do agricultor adotar políticas sustentáveis, que podem ser alcançadas por meio do plantio direto ou rotação de culturas para controle do desmatamento. Além disso, o governo tem a responsabilidade de frear o avanço das fronteiras agrícolas para proteger o bioma por meio de penas severas, como prisões inafiançáveis ​​para desmatadores.