Polêmicas acerca da expansão do agronegócio no Brasil

Enviada em 12/11/2022

É notório que a importância educação prisional no Brasil deveria ser pautada com mais frequência e ser levada adiante. Nesse contexto, tal ato deve ser levado adiante pela taxa de desocupação juvenil, que atinge 45,5%, de acordo com dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). E também deve ser analisada pelo fator social, como, por exemplo, abrir novos caminhos e espaços para ex-presidiários. Diante dessa perspectiva cabe avaliar esses fatores.

Muito se discute sobre ter a educação prisional no Brasil, tendo em vista que a falta dela traz um problema que atinge milhares de pessoas. Isso ocorre porque quando um menor é preso por pequenas infrações, ele é levado à um reformatório, onde, por muitas vezes, sofre pressão ou agressões dos outros detentos. Assim, levando a mais problemas de convívio social após cumprir sua pena, levando, até mesmo, a ser preso novamente pelo mesmo crime ou outra infração cometida. De acordo com a Delegacia Especial do Adolescente, 71% dos infratores reincidem.

Dito isso, é válido ressaltar que com as medidas socioeducativas não só em reformatórios, mas também em qualquer tipo de sistema carcerário. Com tal ato, aumenta as chances de um ex-presidiário conseguir uma vaga de trabalho, ou talvez, concluir uma faculdade. Dessa maneira, podendo diminuir gradativamente o número de reincidência.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para levar a educação prisional para o sistema carcerário. Logo o governo, por meio de projetos de lei, deve levá-la, de forma eficaz e igualitária para reformatórios e prisões. Nesse sentido, o efeito de um sistema socioeducativo será positivo, de maneira que os infratores não voltem a cometer tais crimes ou levar a outros. Somente assim, a reincidência de crimes pós penais serão gradativamente erradicados.