Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 21/02/2024

Segundo a série Resident Evil, “cientistas disseram que o mundo acabaria em 2036. Mudanças climáticas poluição. Que os oceanos ferveriam. Que você não seria capaz de respirar. Bilhões de pessoas morreriam. Mas eles estavam errados. O mundo já acabou a muito tempo”. Fora da ficção, na contemporaneidade, observa-se impactos que o clima tem causado, como queimadas e mudanças na temperatura em todo o mundo governos tem feito pouco.

Conforme o pensador Josi, “as mudanças climáticas, são reflexo de uma humanidade consumista e alinhada a ambição dos capitalistas. Ambos são destruidores da natureza e do futuro das crianças”. Nessa ótica, cabe salientar que desde a primeira Revolução Industrial o aumento do consumo tem aumentado com o aumento do uso de combustíveis fósseis lançando na atmosfera CO2, CO e NOX aumentando o efeito estufa.

Outrossim, os governos mundiais tem aderido a poucas políticas públicas de organizações internacionais ,a exemplo, a Organização das Nações Unidas(ONU). Dessa forma, a falta de políticas públicas aplicáveis à população consumista torna-se difícil num mundo capitalista frear os impactos climáticos, ademais os governos não tem aderido com eficiência o seu dever em relação ao clima.

Destarte, cabe aos governos mundiais seguirem toda a cartilha da ONU e isso pode ser feito por meio de publicidade e propaganda em meio televisivo, como hábitos saudáveis de consumo, reciclagem ao invés de descartar e alimentar-se com mais vegetais afim de que o meio ambiente seja menos denegrido.