Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 21/02/2024

Após décadas de exploração espacial da Nasa, as pessoas sabem o quão raro é achar vida. Voltando-se à Terra, diferente da maioria dos corpos celestes conheci-dos, o planeta possui uma amplitude térmica ideal à existência de vida. Assim, com tal importância, há de se analisar a força humana e um problema significativo na relação: geopolítica e estabilidade climática.

Nesse sentido, os Homo* sapiens* possuem alta capacidade de interferir na temperatura terrestre. Sobre isso, segundo Paul Crutzen, o mundo vive o Antropo-ceno, ou seja, os humanos são capazes de interferir significativamente no sistema de calor terrestre. Portanto, ciente de uma margem térmica ideal para a biosfera, é crucial garantir práticas cosmopolitas sustentáveis, por exemplo, o “3R’s” (Reduzir, Reutilizar e Reciclar); Tudo isso, a fim de um controle ideal do clima.

Ademais, a negligência dos Estados é nociva ao combate às mudanças climáticas. Destarte, sob à luz do “Leviatâ” e da “Anomia” (obra de Thomas Hobbes e conceito de Émile Durkheim - respectivamente), os governos precisam estar pre-sentes e atuantes para, então, garantir o bem-estar coletivo. Afinal, haja vista os be-nefícios dos acordos climáticos internacionais - a exemplo do Acordo de Paris -, a existência de desmatamento/queimadas na Amazônia são falhas estatais que fe-rem a harmonia climática.

Em suma, sendo o homem dependente da estabilidade térmica, cabe uma pru-dência das nações. Logo, organizações ambientais, religiosas e culturais (como Greenpeace, igrejas e escolas) devem - por meio de suas sedes e seus colaborado-res - estudar, praticar e orientar as atividades sustentáveis dos “3 Rs”. Com isso, no intuito dos termômetros ambientais indicarem o favorecimento da vida, a união a-carretará em projetos de exploração espacial da Nasa não relacionados à fuga de um caos térmico da Terra.

*Não há como usar itálico ou sublinhar neste formato da plataforma.