Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 22/02/2024

As mudanças climáticas enfrentadas por todos os países do mundo possuem uma orgiem antiga: a Revolução Industrial, tendo como consequências o aumento da emissão de gases poluentes e o início do cosumismo capitalista, fatores que exigiram muito dos recursos naturais existentes. No filme “Não olhe para cima”, um par de cientistas avisa os governos mundias e suas populações sobre o eminente fim do mundo; fora da ficção, o mesmo cenária é observado, uma vez que muito se é dito sobre a necessária mudança coletiva na relação com o meio ambiente, entretanto, pouco é feito de forma efetiva para que esse mudança seja uma realidade.

Reuniões são feitas anualmente entre os países, como a COP, assim como acordos são estabelecidos, como a ODS. Entretanto, o ano de 2023 foi declarado como o ano mais quente da história, dando início a um padrão que só tende a aumentar-quando deveria diminuir- provando que o envolvimento internacional em busca da sustentabilidade é ineficaz. Isto é evidenciado por um outro acontecimento de 2023, quando uma empresa estadounidense iníciou uma exploração no Alasca em busca de pretóleo, mesmo sabendo que a consequência seria uma grande emissão dos gases do efeito estufa que, embora seja essencial para a existência do planeta Terra, tem se tornado uma das principais causas da mudanças climáticas justamente por conta desse aumento.

Muitas são as propagandas que orientam as sociedades sobre a importância de hábitos sustentáveis, como a reciclagem; e embora a participação pública seja de extrema importância, as principais fontes deste urgente problema se encontram no agronegócio, que desperdiça toneladas de água e pratica o desmatamento em larga escola, e as queimadas não naturais, que ainda persistem nas sociedades atuais por conta da fiscalização ineficaz dos governos.

Diante disso, fica claro que o comprometimento dos Governos mundiais deve se fazer mais presente quanto o que se é prometido. Por todo o mundo, os líderes políticos devem aumentar suas ficalizações com as leis ambientais e barrar projetos que somente reafirmam os padrões destrutivos para o meio ambiente, visando a longevidade ambiental e humana.