Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 05/03/2024
O documentário “O amanhã é hoje”, retrata os impactos que as mudanças climáticas geram na sociedade, afetando a economia local e global. Atualmente, na sociedade brasileira, essa problemática ainda é recorrente. Isso se deve ao fato de haver políticas públicas ineficientes na execução de leis ambientais, como também a falta de conscientização sobre a importância do meio ambiente nos setores sociais e econômicos, o que gera desmatamento e exploração predatória. Nesse sentido, deve-se entender essas nuances, de modo a alcançar uma solução para essa problemática em questão e garantir o combate às mudanças climáticas.
Sob essa ótica, a ingerência do estado é um obstáculo para que metas nacionais e internacionais alcancem a realidade prática. De acordo com Thomas Hobbes, filósofo contratualista, afirma que o estado tem a função de regulamentar a ação dos homens. Entretanto, tal feito não é realizado já que o Brasil carece de leis ambientais que vigiem o desmatamento, como a instalação de câmeras em zonas de reservas naturais, com o intuito de atenuar essa problemática. Como consequência, essa irresolução não identifica culpados, favorecendo essa natureza exploratória e sem controle, algo que precisa ser solucionado.
Além disso, prática exploratória também é algo que influencia diretamente nas mudanças climáticas. Isso se deve, principalmente, à falta de planejamento prévio em compreender o ambiente e a visão capitalista de lucro que geram o aumento de gases tóxicos e poluição nos rios, já que medidas de tratamento para esses resíduos são vistas como desperdício de dinheiro. Nessa conjuntura, pode-se citar o documentário" O amanhã é hoje", afirmando que nas zonas costeiras a poluição cresceu exponencialmente no século XXI, afetando animais e temperaturas de diversos locais do mundo, algo que precisa ser resolvido urgentemente.
Pode-se dizer, portanto, que a ineficácia governamental em monitorar o desmatamento e a prática extrativista com o meio ambiente agrava a natureza em escala nacional e global, algo que precisa ser solucionado. Desse modo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável por monitorar as causas ambientais, conter a degradação da natureza por meio de leis, com o intuito de fiscalizar tais regiões e, consequentemente, amenizar a prática exploratória.