Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 05/03/2024
No livro “Aqueles que deveríamos encontrar” de Joan He, trata-se de uma distopia que relata sobre como está o mundo após uma crise climática no planeta Terra. Visto isso, em analogia ao livro, é notório que as mudanças climáticas é um fenômeno ocorrente nos últimos anos e que precisa de intervenções de políticas públicas e acordos internacionais. Desse modo, diante desse tema é possível extrair dois elementos que se destacam: as causas das mudanças climáticas e como os habitantes devem se comportar para auxiliar a amenizar este impacto global.
Em primeiro plano, na contemporaneidade é importante citar a necessidade de visibilidade das causas das mudanças climáticas. De acordo, com a WWF Brasil, uma organização de conservação global, a principal causa é a queima dos combustíveis fósseis, tais eles: carvão, petróleo e o gás mineral muito utilizados em diversos materiais do cotidiano. Consoante a isso, o maior causador do aquecimento global está relacionado pela emissão da queima dos combustíveis fósseis que se dá consequência do efeito estufa.
Além disso, é perceptível que há uma grande urgência para a resolução dos problemas climáticos e como o papel do mundo se relaciona a isso. Dessa maneira, em 2015 foi proposto um acordo universal chamado COP21 com o objetivo de amenizar a ameaça das mudanças climáticas. Assim, os resultados das atitudes humanas e a pouca intervenção de estruturas e organizações eficientes para o combate ao aquecimento global se torna cada vez mais difícil o combate à esse problema climático.
Portanto, precisa-se da proposta de medidas que procure a ampliação de políticas públicas e acordos internacionais no combate às mudanças climáticas. Dessa forma, cabe aos governos de países fazer o desenvolvimento de órgãos e projetos que auxiliam na redução do impacto do aquecimento global, por meio de normas que regulem a emissão de combustíveis fósseis pelas indústrias e meios de transportes, a fim de que haja a diminuição dos agentes que causam o aumento de efeito estufa e desbloqueia os impactos climáticos.