Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 05/03/2024
Na obra “Os seis finalistas”, da autora Alexandra Monir, contextualiza mudanças climáticas que tornam o nosso planeta inabitável, onde as grandes cidades do mundo estão debaixo d’água, fazendo com que a humanidade encontre um novo lar. Análogo à ficção, verifica-se que hoje o mundo está acometido a problemas das crises climáticas, na qual questiona políticas públicas e acordos internacionais. Nesse sentido, vale analisar dois apectos importantes: as conferências e as causas sobre as mudanças climáticas.
Primeiramente, destaca-se a Conferência das Nações Unidas sobre a mudança do clima que é realizado anualmente para debater e encontrar soluções para problemas ambientais. Dessa forma, o COP27 ocorreu no Egito e o evento teve como objetivo o compromisso de implementar políticas para reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Diante disso, é crucial que haja projetos para que seja efetiva essas soluções.
Entretanto, as mudanças climáticas acontecem devido as emissões de gases de efeito estufa que recobrem a Terra, causadas pelas atividades humanas como: queima de combustíveis fósseis nos processos industriais, desmatamento, lotação de veículos, entre outras que levam o rápido aquecimento do planeta. Sob essa ótica, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres afirma que: “A era da ebulição global chegou; as consequências são claras e trágicas”. Assim, é notório que há uma necessidade de soluções para ajudar e enfrentar a crise climática.
Frente a tal problemática, medidas são necessárias para resolver os problemas discutidos. Isto posto, cabe as organizações mundiais criarem normas para reduzir as emissões de gases na atmosfera, colocando em prática ações eficientes afim de atingir o objetivo proposto: diminuir a crise climática. Espera-se com essas medidas que o papel do mundo no combate às mudanças climáticas seja notado.