Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 04/03/2024
O Acordo de Paris foi um grande marco para demonstrar a busca por novas maneiras de reduzir a emissão dos gases do efeito estufa de maneira mundial. No entanto, a falta de foco no cumprimento de tal acordo segue dispersa nos governos atuais. Mesmo garantindo a procura pela melhoria de condições ambientais, sua prática é incapaz de cumprir o desejado. Pode-se dizer, então, que a renovação da biodiversidade e a melhora nas condições de vida da população são as principais consequências do investimento de acordos internacionais.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a diminuição do número de espécies que vivem em ambientes reduzidos. Isso decorre de anos de exploração de habitats naturais devido à obtenção de matéria-prima e outros recursos para produzir objetos motivados pelo consumismo, resultando no aumento do gás carbônico, o principal agente do aquecimento global. A floresta amazônica, a maior floresta tropical do mundo, tem sua biodiversidade ameaçada pelo garimpo ilegal, prática que gera milhares de mortes todos os anos e o aumento do desmatamento.
Dessa maneira, é possível perceber a necessidade de mudanças.
Outrossim, é imperativo destacar a igual relevância que a melhora no quadro climático oferecerá à população mundial. Segundo o poeta chileno Pablo Neruda, o ser humano é livre para ter suas escolhas, porém é prisioneiro das consequências, retratando a sociedade que também se encontra prejudicada pelas mudanças climáticas. O desregulamento dos níveis de chuvas e o aumento da temperatura e de doenças são alguns dos prejuízos que os cidadãos sofrem por conta de avanços proporcionados por si, como, por exemplo, a Revolução Industrial. Logo, os acordos internacionais são importantes para o bem-estar humano.
Portanto, ao entender que a situação atual traz mais malefícios ao planeta e as seres que o habitam, é necessário intervir. Assim, cabe aos governos internacionais ampliarem as esferas de atuação de seus projetos e acordos por meio de investimentos nas áreas ambientais, além da criação de feiras que instiguem a população a desenvolver ideias que reduzam os impactos do ecossistema e a instalação deles em instituições estatais, a fim de eliminar os empecilhos apresentados.