Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 08/03/2024

A ativista ambiental sueca Greta Thunberg afirma que “Nossa civilização está sendo sacrificada pelo interesse de um pequeno grupo de pessoas em continuar recebendo enormes quantias de dinheiro”. No âmbito atual, países do mundo inteiro enfrentam os resultados das mudanças climáticas, colocando em pauta políticas públicas e acordos internacionais. Tendo isso em vista, visa-se possíveis intervenções para tais crises, como as queimas de combustíveis fósseis e o desmatamento, buscando combater as mudanças climáticas.

No âmbito atual, a emissão de gases de efeito estufa no planeta está relacionado diretamente ao desmatamento e queima de combustíveis fósseis. Bem como, o caos climático atua como fator principal na emissão de gases poluentes emitidos na atmosfera. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, cerca de 58% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil são relativas a queimadas e desmatamento. Desta forma, preservar os biomas da nação é um passo crucial no combate à mudança global do clima.

A princípio, tais impactos causados pelo homem se intensificaram a partir do final do século 18, na Revolução Industrial. Igualmente, as projeções do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas indicam que, nos próximos 100 anos, a temperatura média global poderá aumentar entre 1,8°C e 4,0°C, com um considerável acréscimo no nível médio do mar, entre 0,18 m e 0,59 m. Outrossim, assegurar justiça climática emerge como um desafio significativo na batalha contra as mudanças climáticas, considerando que os países desenvolvidos têm uma contribuição histórica maior para o aumento dos gases de efeito estufa na atmosfera.

Em suma, políticas públicas e acordos internacionais são pilares indispensáveis no combate às mudanças climáticas. Posteriormente, o governo seria responsável por criar e aplicar políticas voltadas para estimular a mudança em direção às fontes de energia renovável, fomentar o desenvolvimento sustentável e respaldar a preservação da biodiversidade seria crucial para combater o caos climático. Desta forma, haveria maior retardo nos os resultados das oscilações climatológicas nos países, como também, maior conscientização da população a respeito do clima.