Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 07/03/2024
No filme WALL-E, da Disney, a terra é retratada de forma inóspita e destruída, onde nenhuma vegetação ou animal tem condições para viver, devido às catástrofes climáticas. Nesse contexto, vive-se hoje no mundo um cenário precedente a esse, pois as mudanças climáticas já começaram a acontecer, principalmente em virtude da liberação de gás carbônico na atmosfera e da poluição dos oceanos. Por conseguinte, faz-se necessários tratados internacionais para limitação da emissão de CO2 e limpeza dos oceanos.
Em primeiro lugar, vê-se que gás carbônico é o principal vilão no quesito mudanças climáticas. Ele tem a capacidade de danificar a camada de ozônio, fazendo com que a radiação solar penetre mais ela, aumentando assim, os níveis de temperatura. Parafraseando Hans-Otto Pörtner, renomado cientista e pesquisador, qualquer atraso em uma ação climática mundial provocará uma perda no futuro das próximas gerações. Logo, é de extrema urgência que países influentes se unam para o combate o aquecimento global.
Outro ponto a ser levado em consideração, é que, ao contrário do que muitos imaginam, os oceanos são os pulmões do mundo. Sendo assim, sua vegetação é a principal fonte de oxigênio do planeta, a partir da fotossíntese. Segundo o UOL, entre a Califórnia e o Havaí, formou-se uma ilha de plásticos, com 1,6 milhões de quilômetros quadrados. Como resultado dessa poluição, as algas tornam-se incapazes de promover a troca gasosa, aumentando ainda mais os problemas climáticos. Desse modo, limpar os mares e não suja-los mais é primordial.
Ademais, os piores problemas climáticos acontecem por conta da alta liberação de dióxido de carbono e da poluição dos oceanos. Consequentemente, governos dos países de primeiro mundo, como EUA, CAN e União Europeia devem se unir para criar e financiar campanhas de limpeza das águas, e regulamentação da emissão de gás carbônico, principalmente de empresas com alta taxa de poluentes emitidos, impondo aos países menores, que sigam tais regras, a partir de punições como sanções econômicas. Desse modo, com o tempo, as mudanças climáticas serão reduzidas de forma otimista.