Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 06/03/2024

Segundo o artigo número 225 da Constituição Federal de 1988, “todos têm direi-to ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”. Entretanto, desde a Revo-lução Industrial, em que as diversas tecnologias entram em uso, as mudanças cli-máticas se intensificaram. Assim, a emissão de gases tóxicos, as políticas públicas e respon-sabilidade social passaram a ser uma pauta em discussão. Porntanto, faz-se neces-sário analisar tais fatores.

Indubitavelmente, é importante destacar que a emissão em excesso de gases de efeito estufa provoca um aumento considerável da temperatura, causando di-versos problemas, como o crescimento de focos de incêndio. Em concordância, o filme “Wall-e”, produzido pela Disney, apresenta a história de um robô deixado na Terra para restabelecer um ambiente adequado, após a humanidade poluir a atmosfera. Em suma, o uso de materiais biodegradáveis fabricados sem a queima de combus-tíveis fósseis é essencial para um futuro distinto do filme.

Por outro lado, é válido analisar que a falta de conhecimento sobre o assunto prejudica a responsabilidade social com a prevenção desse acontecimento. Ade-mais, de acordo com um levantamento realizado pela ONU (Organização das Na-ções Unidas), os planos nacionais continuam insuficientes para limitar as mudanças climáticas, sendo necessário o conhecimento da população sobre o assunto. Dessa forma, as ações preventivas dependem do conhecimento prévio.

Em síntese, o Governo deve garantir, por meio de fiscalizações, a diminuição gra-dual da produção de produtos dependentes da queima de combustíveis fó-sseis, erradicando a emissão de gases tóxicos e diminuindo o aqueciemento global. Aliado a isso, as mídias têm como dever promover as ações necessárias para se combater as mudanças climáticas, garantindo assim o direito constitucional às gerações futuras.