Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 07/03/2024
No século XVIII, o movimiento filosófico chamado “Humanismo” desencadeou na sociedade uma série de revoltas e revoluções para melhores condições de vida e, sobretudo, de direitos sociais e civis. Paralelo a isso, ao se analisar a questão das mudanças climáticas e como o mundo deve lidar com isso, percebe-se que há necessidade de uma nova luta social para solução do problema. Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse problema, dentre as quais se destacam a negligencia mundial e a falta de informação populacional.
De primeira análise, a negligência mundial em relação ao meio ambiente é um dos grandes fatores para as mudanças climáticas. A falta de ações coordenadas e medidas eficazes vem cada vez mais agravando o ambiente. A agenda dos 30 da ONU ( A organizações das Nações Unidas), visa guiar a comunidade internacional para colocar o mundo em um caminho mais sustentável e resiliente. Entretanto, estudos apresentados na Câmera dos Deputados mostra que o Brasil não apresentou progressos satisfeitos de nenhuma dos 169 metas dos 17 objetivos. Com isso, a falta de fiscalização de leis é um fator para a negligência ambiental.
Outrossim, A falta de acesso à informação restringi a participação da sociedade nas decisões de políticas públicas no setor ambiental. De acordo com o filósofo Paulo Freire: “A educação ambiental é a base para a construção de uma sociedade sustentável”. Sendo assim, a lacuna da educação ambiental promove a falta de acesso à informações ambientais e as consequências humanas ao ambiente, como, mudanças climáticas. Logo, é necessário a conscientização populacional para uma melhor compreensão do tema.
Dessa forma, conclui-se que, é de suma importância mundial um cuidado maior ao meio ambiente, para evitarmos que consequências como, as mudanças climá-
ticas venham cada vez mais se agravando. Assim, ONU deve incentivar e facilitar o diálogo e a negociação entre os Estados membros, para assim ter uma fiscalização maior de seus acordos, como a Agenda 2030, para assegurar uma melhora ambiental. Também, o Ministério da Educação deve promover a educação ambien-
tal nas escolas, por meio de palestras, grades escolares focadas a isso entre outras.
Para assim, a população ter uma maior consciência das mudanças ambientais.