Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 08/03/2024

No segundo filme da série Aquaman, é retratada a história de um reino subatlântico que, alguns anos após ser destruído pelo reino chefe dos oceanos devido à exploração indevida de uma subs -tância extremamente prejudicial ao planeta, se reergue e está em busca desse elemento para uso próprio. Fora da ficção, a realidade do planeta Terra é a mesma, visto que os líderes mundiais bus -cam apenas seus interesses, passando por cima de tudo aquilo que, se um dia acabar, não terá como voltar atrás. Logo, são necessárias medidas para o combate à negligência estatal e à falta de conscientização que levam às mudanças climáticas.

De início, cabe ressaltar que existem acordos internacionais que têm como objetivo acabar com os impactos globais. Em 1947, após o final da Segunda Guerra Mundial e a criação de bombas atômi -cas, o comitê de cientistas atômicos criou o Relógio do Juízo Final, que simbolicamente, quanto mais próximo da meia-noite, mais próximo a humanidade está de ficar sem um lar. A negligência estatal aos avisos dados pelos cientistas pode vir a custar muito caro, já que muitos dos danos causados à Terra já não são mais reversíveis, e recursos naturais não renováveis estão em risco. Assim, solu -ções são essenciais para combater tais ameaças.

A falta de externalização das políticas públicas e acordos que mediam sobre os riscos globais causa desinformação na sociedade, prejudicando os projetos discutidos. Segundo o cientista Albert Einstein, se você não ler o jornal, será mal informado, mas se você os ler, também será mal informa-do. Na sociedade contemporânea, muitas decisões acerca das alterações ambientais saem das salas de reunião com informações distorcidas, levando à falta de conscientização populacional acerca dos problemas enfrentados e das soluções que, se todos colocassem em prática, poderiam haver mu -danças. É crucial combater a desinformação, que afeta a todos os indivíduos.

De acordo com os fatos mencionados, o mundo está cada vez mais perto de um colapso, por consequência das alterações climáticas, e algumas medidas devem ser tomadas. Como por exemplo, exercer pressão pública e cobrar dos governadores ações de intervenção, além da criação de programas de conscientização para informar a sociedade sobre os riscos globais. Tais ações devem ser tomadas pela ONU (Organização das Nações Unidas), juntamente com a mídia e a sociedade como um todo. Dessa forma, será possível assumir um papel de zelo pelo mundo em que a humanidade vive.