Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 08/03/2024
Recentemente se iniciou a Conferência das Nações Unidas sobre mudanças Climáticas (COP26) em Glasgow, na Escócia. O encontro reuniu mais de 190 países para discutir medidas mais enérgicas contra o aquecimento global e assinatura de um novo acordo internacional, que destaca o papel vital das políticas públicas e dos acordos internacionais na proteção do meio ambiente. Na abertura das atividades brasileiras, o Governo Federal anunciou a meta de reduzir as emissões de carbono em 50% até 2030.
Segundo o site Brasil de Fato, as concentrações de gases com efeito estufa atingiram uma nova alta global em 2020, quando o acúmulo de dióxido de carbono (CO2) chegou a 413,2 partes por milhão (ppm) em todo o mundo - 149% dos níveis pré-industriais. Os dados indicam que essa tendência de aumento se manteve em 2021 e no início de 2022. A expectativa do governo brasileiro é que em 2050, o país zere a emissão de carbono na atmosfera, ´´Apresentamos hoje, uma nova meta climática mas ambiciosa, passando de 43% para 50% até 2030´´, disse o ministro do Meio Ambiente.
Os acordos internacionais, como o Acordo de Paris, estabelecem metas e compromissos que incentivam os Estados a implementarem políticas domésticas para reduzir suas emissões e promover o desenvolvimento sustentável. Esses acordos fornecem um quadro para a colaboração global, garantindo que os países trabalhem juntos para enfrentar uma ameaça. Além disso, as políticas públicas estabelecem investimentos que direcionam a economia para um modelo mais verde e sustentável. Isso pode incluir, regulamentações ambientais mais rigorosas, incentivos fiscais para energias renováveis, investimentos em pesquisas e desenvolvimento de tecnologia limpa.
Portanto, conclui-se que é essencial que os países mais desenvolvidos assumam a liderança no combate ás mudanças climáticas, fornecendo apoio financeiro e tecnológico aos países em desenvolvimento para que possam enfrentar os desafios climáticos de maneira eficaz. A solidariedade global e a cooperação são fundamentais para garantir que todos os países possam enfrentar as mudanças climáticas de maneira justa e igual.