Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 15/03/2024

Dados de um estudo de 2019 e divulgados pela CNN Brasil apontam que a cidade do Rio de Janeiro poderá ficar submersa até 2100. Nesse contexto, é notável que o aumento do nível do mar irá afetar consideravelmente as cidades, as políticas públicas e os acordos internacionais urgem a fim de diminuir ações que estão levando a essas consequências. Diante disso, tem-se um revés não só pela negligência governamental mas também pela falta de consciência sobre a responsabilidade de cada um diante o problema.

Sob esse viés, o combate às mudanças climáticas mostra-se um problema global, pois, todos são afetados com as consequências. Na série “Mundo Mistério” o protagonista, Felipe Castanhari, traz em um dos episódios o impacto das alterações do clima no decorrer dos anos no mundo e como o uso irresponsável dos recursos pode nos afetar em anos seguintes. Nesse cenário, a negligência governamental em mitigar ou dificultar que o problema se agrave é imprescindível, pois a ausência traz dificuldades graves para todos, em pleno século XXI é inadmissível ainda presenciarmos fábricas lançando gases tóxicos na atmosfera em nome de um crescimento econômico desregrado e inconsequente. Logo, na direção que se está indo à questão da falta de combate a esse quadro pelo agir humano só se agrava causando ainda mais transtornos como as doenças respiratórias.

Outrossim, temos um segundo ponto que é a falta de consciência individual enraizada em práticas habituais. A exemplo disso, Eunice Newton já falava em 1852 que o CO2 aumentaria o efeito estufa. Nessa perspectiva, nota-se que não se trata de uma problemática recente e que o reconhecimento do protagonismo de cada um nesse contexto se fazia necessário antes, e agora ainda mais.

Infere-se, portanto, a urgência de ações interventivas a fim de suavizar às mudanças climáticas. Para tal intuito, políticas públicas de divulgação e conscientização através das mídias sociais e canais televisivos, realizadas pelo Ministério do Meio Ambiente, e leis mais rígidas que possam limitar o uso desenfreado dos recursos naturais, bem como, o descarte irresponsável de desjeitos seja no ar ou em qualquer outra forma de agressão ao meio ambiente.