Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 16/03/2024
As mudanças climáticas impõem ao governos do mundo soluções urgentes. Suas consequências se tornam mais evidentes a cada ano e os prejuízos sobre as populações se somam. A despeito dos apelos aos países por esforços conjuntos, os danos ao meio ambiente não foram dirimidos e na proporção necessária para evitar uma catástrofe climática global em um futuro próximo. Como detentor do bioma amazônico, ao Brasil cabe um papel preponderante nesta luta. Faz décadas que a mudança climática deu os primeiros indícios de gravidade. O seu potencial como ameaça ao futuro da humanidade inspirou esforços por instituições supranacionais para reunir países pela redução nas emissões de carbono e adoção de práticas sustentáveis na agricultura. As metas estipuladas nas conferências mundiais, porém, nunca foram devidamente batidas. O mundo - sobretudo o dito “desenvolvido”, de maior pujança econômica - demonstrou comprometimento diletante pelo meio ambiente. Fez-se pouco caso das consequências mesmo diante da gravidade das consequências no agravamento das mudanças climáticas. O preço na adequação às normas acordadas seria uma redução na produção econômica. Entre a possível catástrofe climática global e a manutenção dos parâmetros capitalistas de produção, escolheu-se a segunda ao ponto iminente do não retorno. O Brasil enseja um papel protagonista no plano internacional por encerrar em seu território a maior parte do bioma amazônico. Sua importância indica a magnitude da responsabilidade em assegurar a preservação da floresta. Os desafios são vastos e as ações governamentais não têm sido suficientes ao agravo; as queimadas provocadas extração ilegal de madeira persistem em número alarmantes. Os povos originários - aliados cruciais pela preservação do biomassa - ainda padecem nas mãos dos criminosos extratores. Soluções globais para dirimir a intensidade das mudanças climáticas são urgentes, portanto, para a subsistência da humanidade e do planeta. A adesão aos acordos, entretanto, não tem surtido efeito. A comunidade internacional cabe a criação de estímulos econômicos expressos em sanções para garantir uma adesão efetiva do mundo em prol do objetivo comum.