Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 26/04/2024
A Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Entretanto, o combate às mudanças cli- máticas são realidade no Brasil e representam um grave problema. Assim, para combater esse obstáculo exige que se combata o consumismo e inércia governo.
Diante desse cenário, o consumo desenfreado de produtos e serviços potência-liza o aumento predatório do uso de recursos naturais com a geração de resíduos sem a destinação final adequada. A esse respeito, Francis Bacon, filósofo empiris- ta, " só se pode vencer a natureza obedecendo-lhe". Sob essa lógica, é importante respeitar a natureza para alcançar os avanços sociais, haja vista o filme “wall-e”, que relata os problemas de consumo e a produção excessiva de lixo em que o ro- bô “wall-e” enfrenta para combater, mas encontra dificuldades devido os desas- tres ecológicos causados pela degradação ambiental, tal como, nuvens de poeira e o aquecimento global. Com isso, fica claro a necessidade de medidas públicas entre as nações do mundo para reverter esse quadro.
Outrossim, a ineficiência do Estado dá ensejo ao agravamento das mudanças cli- máticas. Nesse sentido, Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, afirma que as rela- ções políticas, econômicas e sociais são características da “Modernidade Líquida” vi- viva no século XX. Sob essa lógica, a ONU informa o aumento do desmatamento da Amazônia em 69% em relação ao ano de 2021. Além disso, a “COP” conferência das partes, tem como objetivo a prevenção de mudanças climáticas do mundo, no-tifica que 10% e 47% da floresta amazônica esteja exposta a ameaças graves até 2050, que podem levar a transições no ecossistema e consequências ,como, perda da biodiversidade de fauna e flora, espécies em extinção e poluição atmosférica.
Diante dessa conjuntura, denota-se a urgência de propostas governamentais que alterem esse quadro. Portanto, cabe ao Estado em sua função de promotor do bem-estar social, em parceria com a ONU, desestimular o consumismo, por meio de projetos, a exemplo, palestras de conscientização sobre os impactos ecológicos do descarte irregular de lixo,nas escolas e shoppings, e promover educação ambiental, com o intuito de preservar a via e a natureza como dito por Francis Bacon.