Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 09/05/2024

Da Revolução Industrial aos dias atuais, muitas indústrias foram organizadas e muitas matas foram derrubadas, o que liberou vários gases de efeito estufa e alterou o clima. Combater as mudanças climáticas é responsabilidade dos governos mundiais, os quais não enxergam essa emergência, pois são desfocados pelos interesses econômicos e não são supervisionados pela sociedade.

Primeiramente, é importante destacar o impacto da ganância na natureza. O projeto de transposição do rio São Francisco levaria água às regiões secas do Nordeste brasileiro, mas, de acordo com o site Veja, foi prolongado por tanto tempo devido, principalmente, aos altos custos monetários. Esse exemplo demonstra que os interesses econômicos colocam ocuidado com a natureza em 2° plano, fazendo as autoridades inflingirem os limites e, de forma destrutiva, buscarem lucro rápido e fácil. Desse modo, os governantes pecam em não cumprir com seu dever de cuidar do meio ambiente.

Além disso, a falta de conscientização do povo agravam a poluição e o desmatamento. A Filosofia contemporânea realça a necessidade social da ética aplicada, pois, através do diálogo multidisciplinar entre as classes sociais, age como elucidador dos problemas coletivos. Porem, isso não ocorre na sociedade atual, a qual sofre por desinformação sobre as crises ambientais e não pressionam nem cobram dos dirigentes estatais atitudes voltadas a essa área. Tal fato gera uma falta de compromisso com as políticas públicas ambientais, não evoluindo a reestabilização do meio-ambiente.

Portanto, as açoes de conservação da natureza precisam ser melhoradas. Logo, os governates, responsáveis pelo bem-estar geral, devem, por meio das estratégias governamentais, buscar medidas que conservem a natureza, como implantar em seus países fontes de energia menos poluidoras, a fim de cumprirem com suas obrigações. Ademais, especialistas em questões ambientais devem conscientizar o povo para que possam cobrar atividades das autoridades e cultivar os ecossistemas.