Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 16/04/2024
Desde o início da colonização, o sistema econômico estabelecido pela Europa foi o metalismo, que explorava metais e minérios de diversos países para a ascensão. Em seguida, instaurou-se a Revolução Industrial, baseada na utilização de ferro e aço e na queima de combustíveis fósseis. Entretanto, alguns anos depois, o desmatamento alastrou-se nos países em desenvolvimento, utilizando da área prejudicada para a agricultura, a exemplo do Brasil. Nesse sentido, cada sociedade desenvolveu uma maneira diferente de degradar o meio ambiente, a depender de suas demandas geográficas e socioculturais.
Infelizmente, a história brasileira foi baseada no plantio e colheita, tornando a atividade degradante para o meio ambiente, em benefício da economia. Contudo, em 2023, foi aprovada pelo Senado brasileiro uma regulamentação que estabelece um limite para a emissão de carbono, mas que exclui o agronegócio da obrigação. Tal situação não abrange de forma funcional o problema brasileiro, já que a maior parte dos gases poluentes são liberados pelo próprio setor agrícola. Portanto, a solução dos problemas ambientais terá melhor eficácia se o problema principal for estudado, limitado e, enfim, resolvido.
De acordo com a Agência Internacional de Energia, o consumo de carvão mundial atingiu um recorde em 2023, com 8,53 bilhões de toneladas. Porém, ao analisar os dados da ONU, percebe-se que o consumo do carvão é desigual para cada país. Haja vista que o aquecimento global se propaga a toda a Terra, o ato feito por um país prejudicará também todos os outros. Portanto, países de diferentes lugares do mundo devem desenvolver estratégias particulares que, juntas, beneficiarão a natureza e retardarão o processo das mudanças climáticas.
Dessa forma, cabe a cada nação apresentar estratégias adequadas para o combate ao aquecimento global e outros problemas ambientais também urgentes. Por meio de análises específicas, os países devem pesquisar a maior ameaça ambiental que apresentam, visando combatê-la diretamente. Assim sendo, acordos internacionais devem ser feitos para auxílio das políticas públicas apresentadas individualmente. Em resposta a isso, o ecossistema mundial poderá se recuperar e propiciar um ambiente adequado à vida humana.