Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 20/05/2024

O crédito de carbono é definido como um “certificado” que representa a tonelada de dióxido de carbono (CO2) removida da atmosfera. Países e empresas podem comprar esses créditos para compensar suas próprias emissões de gases de efeito estufa. O mercado de carbono é visto como muito importante para combater mudanças climáticas violentas.

É um sistema de compra e venda de permissões para emitir gases de efeito estufa. Empresas que emitem mais do que o permitido podem comprar as permissões de quem emite menos, o que compensaria suas emissões. Existem dois tipos de mercado do carbono, o regulado e o voluntário. A principal diferença entre eles é que o regulado é obrigatório para empresas de alguns setores específicos, enquanto os voluntários são utilizados por algumas empresas, ONGs…

A maior vantagem desse sistema é a incentivação para reduzir emissões de gases de efeito estufa pelas empresas, já que estas deveriam buscar formas de reduzir suas emissões para não precisar comprar tantos créditos. No entanto, a principal desvantagem é que esse sistema de compra de créditos é que  incentiva de forma direta a continuidade de atividades poluentes, ao invés de promover a mudança para alternativas mais sustentáveis.

O mercado de carbono é uma ferramenta importante na luta contra as mudanças climáticas, ao fornecer uma alternativa econômica que incentiva a redução das emissões de gases de efeito estufa. No entanto, é necessário que este sistema seja complementado com políticas e ações que promovam a transição para tecnologias e práticas mais sustentáveis. Apenas assim será possível alcançar um equilíbrio entre crescimento econômico e preservação ambiental, garantindo um futuro mais sustentável para o planeta.