Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 13/06/2024

Na literatura “The Lorax”, escrita pelo autor Dr.Seuss, nota-se um futuro distópico no qual encontra-se florestas e rios deturpados, animais em extinção, entre outros. Em reflexo disso, o Brasil atual, junto do resto do mundo, procede em um cenário análogo ao se tratar das mudanças climáticas, e isso afeta toda a humanidade. A partir desse contexto, é imprescendível reconhecer como a invisibilidade de cuidados ao meio ambiente e a ausência de um desenvolvimento sustentável influenciam neste problema.

Nesse sentido, é inegável que a negligência em cuidar do meio ambiente afeta a todos. Isso acontece, porque, somente preservando o lucro proveniente de suas vendas, empresas desmatam florestas para obter matéria-prima. Como exemplo, conforme pesquisa do INPE, em torno de 58% das emissões de gases poluentes que aumentam o efeito estufa são resultados de queimadas e desmatamento. Além disso, ainda há o senso comum de que “a Amazônia é o pulmão do mundo”, algo que, se de fato fosse verídico, traria uma realidade assustadora consigo devido ao estado de decadência na preservação ambiental.

Paralelamente, é nítido que o desenvolvimento tecnológico é incongruente em relação à saúde ambiental. Segundo o empresário Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”, ou seja, ao longo do aumento da tecnologia, o mundo sofrerá consequências, podendo ser agradáveis ou preocupantes. Porém, as empresas comportam-se de modo que torna o lucro como essencial, e o pensamento de cuidado à natureza, artificial. Logo, não deve-se resolver de forma tão tardia um problema que fragiliza o planeta de forma tão perceptível.

Em síntese, urge a busca por métodos que amenizem as extremas mudanças climáticas. Portanto, tende ser conscientizado à população mundial, principalmente empresas, a respeito da preservação ambiental. Para isso, o representante do Brasil na ONU deve discutir com os representantes das nações sobre a aplicação de normas regulares em empresas que desmatam em excedente e visam apenas o lucro, limitando-as a um nível seguro para obter um controle da saúde ambiental. Só então, a realidade nacional e mundial irá tornar-se distante da realidade do livro de Dr.Seuss.