Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 14/07/2024
De acordo com a ativista brasileira Djmara Ribeiro, “O primeiro passo para solucio-nar uma questão é tira-lá da invisibilidade”. Contudo, no contexto atual do mundo, há casa vez mais desafios relacionados ao combate às mudanças climáticas, o que finda gerando grandes Impactos para a sociedade. Desse modo, fatores como a negligência governamental e o grande poder centralizado na mão do agronegócio devem ser melhor debatidos para que haja uma diminuição dessa problemática.
Com efeito, é preciso pontuar a negligência governamental como principal obstá-culo para o combate as drásticas mudanças climáticas no país. De acordo com a historiadora lilia schwarcz, existe uma eufemização por parte do Estado quando se trata de assuntos onde gera muito dinheiro para o país. Portanto, é nótorio que essa fala se faz pertinente, de acordo com o IBGE, mais de 4,5 milhões de hectares da amazônia já foi desmatado ilegalmente para o crescimento da Fronteira do agronegócio, liberando mais de 2 gigatoneladas de emissões de carbono por ano. Logo, deixando de forma clara a contravenção do acordo assinado pelo Brasil em 2015, em que afirma a sua luta para o combate ao superaquecimenoto global.
Outrossim, outro fator que contribui diretamente para a baixa adesão a essa luta é a centralização do poder do país na mão dos grandes produtores do agronegócio. Acerca disso, é pertinente a fala da professora de relações internacionais Julia Capelli, que afirma que uma das causas para a não intervenção do desmatamento pelo setor do agro é por ele estar em maioria na bancada dos deputados. Assim, Enquanto a maioria dos deputados estiverem lutando para o enriquecimento somente dessa classe, não haverá de forma abrangente uma luta e um comprime-nto do dever da nação com as políticas de diminuição do efeito estufa mundial.
Portanto, é essencial que o Governo mitigue os desafios supracitados. Para isso, o Governo Federal deve de forma emergencial aumentar a substancialmente o poder do Ministério do meio ambiente, que, primeiramente deve aumentar a fiscalização do desmatamento em todo o território brasileiro, podendo assim retroceder o desmatamento e aumentar o reflorestamento das áreas ocupadas ilegalmente. E dessa forma, o Brasil cumpra os tratados estabelecidos e volte a ser referência no assunto.