Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 22/08/2024

O filme “Wall-e”, da Disney, oferece uma crítica aos problemas ambientais enfrentados pela sociedade contemporânea. Em analogia à obra, infelizmente, no Brasil, a falta de cuidado dos seres humanos com a natureza prejudica cada vez mais a ambiência. Dentre tantos fatores sobre tal questão, cita-se a negligência governamental e a educação lacunar.

A princípio, vale ressaltar que a esfera pública é ineficiente. Nesse sentido, cabe citar, conforme apontado pela Organização Mundial da Saúde, a cada ano fatores da poluição tiram a vida de cerca de 13 milhões de pessoas. Diante disso, o aquecimento global expande a quantidade de doenças e também dificulta o funcionamento dos sistemas de saúde, comprometendo a qualidade do atendimento. Logo, as autoridades devem tomar providências para solucionar tal problemática.

Além disso, é lícito postular que a ausência de ensino de cidadania nas escolas compromete as habilidades sociais do corpo discente. Dito isso, destaca-se a obra cinematográfica “Interestelar”, que evidencia o processo de destruição da Terra por meio de recorrentes mudanças climáticas ocasionadas pela emissão de gases do efeito estufa. Entretanto, observa-se que os ensinamentos sobre a importância da preservação do meio ambiente não são eficazes, já que a porcentagem do descuido ecossistêmico só vem aumentando ao longo do tempo. Desse modo, a causa da imprudência citada advém da falha educacional.

Em resumo, medidas precisam ser tomadas para a resolução do impasse. Para isso, o Governo Federal- responsável pelo bem-estar de todos- deve criar projetos para o cuidado da ecologia, por meio da generosidade societária, como, por exemplo, um conjunto de pessoas limpando as ruas, a fim de reduzir a contaminação dos locais públicos. Ademais, os institutos escolares devem implementar debates sobre o assunto, com o fito de abater a alienação. Só assim, esta realidade será resolvida.