Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 21/08/2024

Na conjuntura atual, o papel do mundo no combate às mudanças climáticas deve ser debatido, visto que o clima sempre foi um critério definitivo na vida de todos. Nesse sentido, cabe citar a pesquisa da “Revista Fapesp”, a qual afirma que a temperatura da Terra vai aumentar entre 1,4 e 5,8 graus centígrados no futuro, o que poderá afetar em todo ecossistema terrestre. Então, é essencial conscientizar a população sobre a reprodução de tal situação. Dentre tantos fatores sobre a problemática, cita-se a educação lacunar e a má influência midiática.

A princípio, vale ressaltar que a ausência do ensino sobre os perigos da crise climática limita os conhecimentos do corpo discente e não os informa sobre o assunto. Dessa forma, ressalta-se o conceito “Banalidade do Mal”, da filósofa Hannah Arendt, onde afirma-se que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Analogamente à isso, pode-se relacionar esta afirmação à atualidade, já que na maior parte das instituições educacionais mundiais, o ensino sobre o aquecimento global é insuficiente, ou inexistente. Logo, a principal causa da adversidade citada advém da incapacidade e da insuficiência educacional.

Ademais, é lícito postular que, devido à mídia se manter em silêncio perante o atual colapso social, faz com que a população perca uma chance de alertar as autoridades para uma possível resolução. Dessa maneira, salienta-se a teoria “Silenciamento de Discurso”, do filósofo Karl Marx, no qual alega que alguns assuntos são omitidos na sociedade para silenciar as mazelas sociais. Então, fica claro a necessidade de mais dedicação da atenção da mídia para este assunto, de modo que é inadmissível que este cenário perdure.

Portanto, soluções são necessárias para evitar a reprodução de tais problemas. Para isso, é fundamental que a UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - órgão responsável por garantir a paz por meio da cooperação intelectual entre as nações - deve ensinar nos institutos sobre o papel do mundo ao combater tal temática divulgando campanhas, através de “outdoors"que contenham ensimanentos, com o fito de conscientizar os cidadãos. Dito isso, é preciso que o Ministério da Educação repense sua despreocupação, por meio da criação de propagandas televisivas. Só assim esta realidade será resolvida.