Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 23/08/2024
De acordo com o G1, mudanças climáticas, no mês de agosto de 2024 foram registrados mais de 5 mil focos de calor, um aumento de 135% em relação ao mesmo período do ano de 2023. Nesse contexto, a mudança climática é acelerada pelas atividades humanas e seus efeitos podem ser observados por meio dos eventos climáticos extremos. Dentre tantos fatores sobre tal questão, cita-se a insuficiência legislativa e a negligencia governamental.
Cabe ressaltar que as ações humanas estão transformando a natureza rapidamente. Nesse sentido, a temperatura média do planeta Terra aumentou aproximadamente 1,2 graus Celsius. Com isso, acelera-se o derretimento das calotas polares, o que, por conseguinte, afeta o nível dos mares e provoca secas prolongadas. Esse quadro é caracterizado como uma Sociedade de Risco para o mundo uma vez que as atividades humanas estão em um caminho com potencial de levar à destruição da espécie.
Nesse contexto, uma prova dos impactos das ações humanas são os eventos climáticos extremos. No Brasil, o estado do Rio Grande Sul passou pela maior crise climática do país, na qual centenas de municípios ficaram alagados. Entretanto, em diversos países há ilhas de calor, cujas temperaturas superam 40 graus Celsius. Desse modo, fica explícito que esses eventos não apenas destroem ecossistemas, mas também resultam em perdas humanas e econômicas significativas.
Diante de todos os fatores supracitados, as mudanças climáticas se constituem como o maior desafio das nações. Para isso, é necessário mudar a forma de produção econômica para atenuar os impactos das ações humanas .Ademais, para reduzir a frequência devastadora dos eventos climáticos extremos. Sem isso, o planeta Terra estará a caminho de sua destruição.