Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 24/08/2024
No filme, “O Dia Depois de Amanhã”, da Disney Plus, no qual cientistas tentam alertar os líderes mundias sobre as consequências das mundanças climaticas, mas são ignorados a favor de interesses políticos e econômicos imediatos. Com base nessa alegoria, evidencia-se na realidade brasileira, que grande parte da sociedade é alienada e precisa de esclarecimento científico. Diante disso, cabe refletir sobre dois aspectos: a negligência governamental e a má influência midiática.
É lícito postular, a princípio, que é necessário afirmar que o Estado negligencia o combate às mudanças climáticas no Brasil. Quanto a isso, cabe citar que, de acordo com o G1, o deslizamento de terra em 1967, na região da Serra das Araras, que ocasionou na estimativa de duas mil pessoas mortas. Neste contexto, é fundamental revisar como o poder supremo não faz campanha de luta contra o aquecimento global. Cabe, então, que a supremacia resolva tal situação.
Ademais, vale ressaltar que a falta de visibilidade na mídia em relação a problemática faz com que essa temática não seja discutida. Nesse sentido, vale examinar que o assunto dito é colocado como inexistente, influenciando com que esse jamais seja debatido. De acordo com a CNN Brasil, mais de 1.000 pessoas da peregrinação do hajj, grupo que visita locais sagrados, morreram devido ao calor mês passado. Desse modo, donos de sites precisam agir para modificar tal pauta.
Diante dos fatores supracitados, é crucial retratar sobre essas questões e implementar medidas para solucionar tal impasse. Para isso, o ministério da Educação promoverá projetos de disseminação de informações. Desse modo, o Ministério da Comunicação - órgão responsavel pelas telescominicações- engajará propagandas na internet, com o fito de consientizar a sociedade para anulação da situação. Só assim, a crise climática será resolida no Brasil.