Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 24/08/2024

A discussão sobre iniciativas governamentais no combate às mudanças climáticas remete a um desafio que exige a atuação coordenada dos Estados. De acordo com o contrato social de Thomas Hobbes, o dever do Estado é garantir serviços necessários para o bem-estar da população. No contexto das mudanças climáticas, isso se traduz na necessidade de políticas eficazes para proteger o meio ambiente. No entanto, a atuação governamental tem sido negligente, enquanto as grandes empresas, responsáveis por parte significativa da poluição, demonstram apatia.

Primeiramente, a negligência governamental é um fator que compromete significativamente o combate às mudanças climáticas. Portanto, a falta de políticas ambientais rigorosas e a implementação inadequada de acordos internacionais resultam em um agravamento dos problemas climáticos. Analogamente ao pensamento de Bauman, “não são as crises que mudam o mundo, e sim nossas reações a elas”. Assim, se torna evidente a necessidade de uma resposta governamental mais efetiva e bem planejada. Caso os governos não adotem medidas proativas e efetivas, a capacidade de enfrentar e mitigar os efeitos das mudanças climáticas será severamente limitada.

Além disso, a apatia das grandes empresas também contribui para a ineficácia na luta contra as mudanças climáticas. Visto que, muitas corporações continuam a adotar práticas insustentáveis, ignorando seu papel na poluição e no aquecimento global. Segundo Huxley, “os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Assim sendo, a falta de ações concretas por parte das empresas para reduzir suas emissões e impactos ambientais perpetua a degradação ambiental e dificulta o progresso na mitigação das mudanças climáticas.

Diante dos fatores mencionados, é essencial implementar medidas para superar esses desafios. Assim, é fundamental que os Estados, responsáveis pelo bem estar da população, adotem políticas ambientais rigorosas, investindo em tecnologias limpas, deste modo, se cumpre de forma efetiva os acordos internacionais. Além disso, é necessário criar regulamentações mais severas para as grandes empresas. Desta forma, será possível enfrentar as mudanças climáticas.