Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 17/09/2024
A Conferência de Estocolmo, realizada em 1972, na Suécia, é considerada o marco histórico na preservação ambiental. De lá para cá pouco foi feito e obser- vam-se, atualmente, crises climáticas no mundo as quais representam um dos mai-
ores desafios globais a ser enfrentados. Nesse contexto, políticas públicas e acor- dos internacionais são fundamentais para apreservação do meio ambiente.
A princípio, é relevante frisar que em 1998 foi assinado o Protocolo de Quio- to o qual implementou o primeiro compromisso mundial para frear as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento global. Todavia, por desavenças políticas, o acordo somente entrou em vigor em 2005 e esse atraso trouxe graves consequên- cias, pois a emissão de gases causou o efeito estufa e consequentemente o aumen- to da temperatura no mundo. Desse modo, para tentar estabilizar o caos é neces-sário investir em reflorestamento para reduzir as ondas de calor, em fontes renová- veis de energia e em educação ambiental.
Ademais, ações públicas e tratados ambientais, conjuntamente, desempe- nham um papel fundamental para enfrentarem os desafios apresentados pelas mudanças climáticas. Atualmente, vê-se nos telejornais que o Brasil passa por uma fase de grandes incêndios florestais e concomitantemente a Europa sofre com as enchentes, a Ásia com o derretimento das geleiras e a tendência é que a situação se agrave. Nesse viés, os governos devem restaurar os ecossistemas degradados, reduzir o desmatamento, incentivar a transição energética e diminuir a produção de lixo para que se consiga alcançar um objetivo eficaz.
Portanto, o diálogo entre políticas públicas e acordos internacionais é essen-cial para o controle das mudanças climáticas e o sucesso das ações de combate a degradação do meio ambiente. Logo, os países, por meio dos seus órgãos reponsá-veis pelo meio ambiente, devem implementar diretrizes de controle climático a ní-vel internacional e nacional incentivando programas educativos e campanhas de conscientização e além disso, estimular comportamentos sustentáveis, pois somen- te por meio da aducação ambiental será possivel viver em um mundo sustentável.