Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 13/09/2024

Com o advendo da Revolução Industrial, aumentou-se o consumo de combusti-veis fóceis, como carvão mineral e petróleo, que contribuem para a emição de Ga-ses do Efeito Estufa (GEE). Visto o agravamento das mudanças climáticas, provoca-dos por esses gases, desde a segunda metade do século XX, diversos países jun-tam-se em reuniões para tentar reduzir os problemas ambientais, dentre eles o aquecimento global. Essas conferências devem continuar de modo a criar políticas para reduzir a emição dos poluentes na atmosfera, evitando assim a perda de biodiversidade.

Nesse contexto, é imprescindível destacar o importante papel das cúpulas cli-máticas na criação de políticas para reduzir o aquecimento global. Foram dessas reuniões que surgiram documentos que impõem metas a diversos países para re-duzir o desmatamento, realizar a transição energética de combustíveis fósseis para energias limpas e renováveis, dentre outras decisões. A Agenda 30, da Organização das Nações Unidas, se destaca como um desses documentos, que impós os Obje-tivos de Desenvolvimento Sustentável como desígnio dos países signatários, que deverão tentar cumprí-los até 2030.

Ademais, as políticas ambientais criadas e postas nessas conferências devem fi-tar a redução das mudanças climáticas para que não ocorra perda de biodiversida-de, que pode acarretar em um desequilíbrio ambiental. Esse problema é retratado no longa metragem “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida”, no qual a sociedade distópica vive em “Sneedville”, cidade fictícia, que foi tão poluída que não há pre-sença do outros serem vivos senão dos humanos. O filme destaca a importância de tomada de decisões que contribuam para a recuperação da biota perdida e para a não repetição dos erros que levaram àquela situação extrema.

Pontanto, cabe ao Senado Nacional a aprovação de leis que deem incentivos fis-cais às empresas e idústrias que diminuírem em pelo menos 30% da emição de po-luentes e GEE’s, pela troca da matriz energética de combustíveis fóceis por energia limpa. Essas decisões devem ser postas a fim de que seja possível reverter o qua-dro do aquecimento global, controlando as mudanças climáticas, de modo que não haja tamanha perda de biodiversidade que cause um desequilíbrio ambiental.