Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 15/09/2024

O aquecimento global, é um problema atual discutido desde a década de 90. Entretanto, a partir da revolução industrial no século 18, as crescentes ações antro- -pogênicas, tem contribuído cada vez mais para sua aceleração; e frear essas práticas tem sido um grande desafio no Brasil e no mundo.

Antes de tudo, com o surgimento das grandes linhas de produção, iniciado na era Fordiana, o número de fábricas deslanchou, gerando uma nova visão para a economia mundial. Assim, o comércio tomou novos rumos, gerando muitos empregos e revolucionando o modelo de produção. Porém, a constante queima de combustíveis fósseis como o carvão, deu início a aceleração do processo do efeito estufa, com a liberação de grandes quantidades de gases poluentes como o CO2, na atmosfera.

Ademais, com o crescimento populacional subsequente, a demanda na produ- -ção de alimento também aumentou, impulsionando o desmatamento para criação de pastos e lavouras. Visto isso, a pesar de existirem ações mundiais voltadas para a conservação da saúde do planeta, como foi o caso da Agenda 21, é sabido que a temperatura do globo sofreu um acréscimo de 1,1graus célsius nos últimos 200 anos, segundo matéria publicada no site da BBC em novembro de 2021. Fato este, que reitera a necessidade de maior atenção ao assunto, visto que as emissões de gases tóxicos na atmosfera, o desmatamento e as queimadas, tem agravado e acelerado aínda mais esse fenômeno.

Deste modo, fica evidente a demanda por novas políticas mais eficazes no controle das emissões de CO2. Assim, fica a cargo do CONAMA, estabelecer novas diretrizes para serem seguidas pelas fábricas do país. Outrossim, é a fiscalização do cumprimento dessas normas pelo IBAMA, com sanções para regularização, e com a aplicação de multas severas para quem descumpri-las.