Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 03/10/2024

Em 1516, o filósofo Tomas More teve grande notoriedade na literatura mundial com a sua obra “Utopia”, na qual o autor cria uma ilha imaginária que se destaca pela ausência de infortúnios, ou seja, um lugar perfeito, harmônico, sem criminali-dade. Contudo, fora do parâmetro ficcional, obeserva-se que, infelizmente, essa fá-bula contrasta com o contexto social virgente do país, , diante do papel do mundo no combate às mudanças climáticas que estão cada vez mais prejudicial ao nosso meio ambiente. Dessa forma, é notório que fatores como o precário sistema edu- cacional brasileiro, como também o pocisionamento do Estado diante desse infor- túnio têm contribuído para esse cenário.

A princípio, oberva-se que o modelo educacional brasileiro é conteudista, nesse sentido, mecanizado. Essa forma de ensino, segundo o educador Paulo Freire, es- timula apenas a competividade entre os estudantes. Desse modo, o conceito de ci- dadania e participação social deixa a desejar na formação educacional dos jovens brasileiros, os quais, ausentes de uma educação que estimule o pensamento críti- co, acabam, muitas vezes, deixando levasse pela falta de concientização a questão atual climática, problematizando assim ainda mais a formação educacional de jovens no meio ambiental.

Em segundo plano, o posicionamento do Estado também cumpri papel relevante para o combate a mudaças climática pois, apesar de haver na Constituição Federal de 1988 o direto ao livre arbítrio, muitos indivíduos continuam fazendo queimadas, cortando árvores e construindo prédios, os quais contribuem para o aumento de grandes problemas climáticos, no entanto, a sociedade falha constatemente infrin- gindo leis na qual são necessárias para combater as grandes mudanças climáticas.

Fica evidente, destarte, a necessidade que indíviduos e instituições públicas cooperem para mitigar com as mudanças climática. Para isso, o Ministério relacio-nado ao tema deverá, junto as escolas, desenvolver projetos educacionais nos ensi-nos médio e infantil, como semana da conscientização ao combate as mudanças climáticas, com estudos de casos e peças teatrais que possam conscientizar os jovens sobre os perigos que ocasionam não só a sí, mas a todos que fazem parte da sociedade.