Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 09/10/2024
O filme ‘‘Rio 2’’ demonstra o desmatamento intenso das árvores para produção industrial resultando em poluição e agravamento do efeito estufa. Essa
A narrativa é uma analogia convincente sobre a realidade brasileira, onde as indústrias agropecuárias são uma das principais responsáveis pelo desmatamento e emissão de gás carbônico anualmente.
Inicialmente, deve-se ressaltar que o desmatamento provoca aumento substancial para o efeito estufa que pode causar inundações de cidades costeiras, desertificação de áreas férteis, derretimento de massas glaciais, e proliferação de furacões. A ONU (Organização das Nações Unidas) implementou um acordo, Acordo de Paris, um compromisso mundial sobre as alterações climáticas, que prevê o investimento em tecnologias de captura de carbono como uma forma de reduzir o impacto dos gases do efeito estufa. A princípio um dos termos é a restauração e reflorestamento de florestas também é uma forma de promover o sequestro de carbono, nota-se que muitos cidadãos ou mesmo empresas não dão valor, não sabem sobre esse termo ou até mesmo não ligam, o que demonstra falta de educação ambiental e empatia.
Ademais, é visível a utilização excessiva de combustíveis fósseis em fábricas e transporte elevam a concentração do carbono na atmosfera, intensificando as condições climáticas. Diante disso é preciso que o governo implemente medidas para a redução das emissões de carbono. Nesse sentido, as políticas públicas nacionais são um fator chave para a concretização das metas climáticas estabelecidas nos acordos internacionais, países como Alemanha e Dinamarca são exemplos do uso de energia com fontes renováveis como energia eólica e solar.
Diante dos fatores supracitados, é necessário adotar métodos eficazes para combater as mudanças climáticas no Brasil. Nesse contexto, o poder legislativo deve implementar e fiscalizar rigorosamente leis que limitem e honrem as práticas industriais prejudiciais ao meio ambiente. Por conseguinte o governo, por meio do Ministério da Educação, deve ampliar a abordagem de educação ambiental nas instituições de ensino e demonstrando as possíveis catástrofes ambientais para a sociedade e fortalecendo a ideia de quão grave é não cuidar do meio ambiente.