Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 28/10/2024
Com a revolução industrial e o surgimento das fábricas, os problemas ambientais mundiais veem se acumulando e se transformando no atual cenário de ebulição global. Para combater essa realidade, a ONU reúne países para desenvolver acordos e políticas mundiais contra as mudanças climáticas. No entanto, a falta de empenho dos grandes líderes e o seu papel no combate a essa problemática, e os impactos decorrentes dessa temática são pontos a ser discutido.
Em primeira análise, cabe destacar a falta de empenho dos líderes mundiais nas questões ambientais. Isso ocorre devido à visão limitada de pensar apenas no seu território em detrimento do bem-estar global. Essa lógica pode ser comprovada ao pensar no “mercado de carbono”, que se qualifica quando países integrantes do acordo de Quioto, que não excederam os limites de emissão, vendam essa porcentagem para outros países, ao invés desses combaterem o excedente do próprio território. Esse fato configura como não estão de fato empenhados para uma real transformação no combate as mudanças climáticas, apenas mascarando para o resto do mundo que faz parte do projeto, mas a realidade é a ganância e seus próprios interesses acima do bem comum.
Ademais, é valido ressaltar as consequências dessa falta de empenho para o globo. Esse fato acontece devido à persistência das emissões de gases poluentes, o que configurou os desastres do cenário atual. Isso pode ser comprovado ao analisar a matéria da CNN, na qual traz como exemplo dessas emissões as queimadas no Canadá, as inundações ocorridas na Libia e as temperaturas irregulares nos EUA, afirmando que mais catástrofes ainda estão por vir. Posto isso, é notório o impacto que pode ser causado, e o mundo precisa, com extrema urgência, compreender a necessidade de transformações significativas.
Portanto, é evidente à necessidade de políticas públicas e o papel do mundo no combate as mudanças climáticas. Diante disso, é imprescindível que a próxima COP, maior conferência de apelo ambiental, por meio de acordos globais,estipule normas mais rigorosa contra emissões de carbono e outras formas substitutas como energias renováveis, de modo a diminuir os causadores do aumento do efeito estufa.