Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 23/02/2025

A obra “A vida não é útil”, de Ailton Krenak, discorre sobre o ser humano e sua relação exploratória e insustentável com o meio ambiente. Nesse sentido, é evidente que o homem é o principal responsável pelas alterações climáticas dos últimos anos. Desse modo, são imprescindíveis políticas públicas que combatam às ações predatórias e incompátiveis com a vida no planeta.

Sob esse viés, é importante destacar a importância da prevenção de impactos ambientais. Nesse âmbito, cabe relembrar das inundações que ocorreram no Rio Grande do Sul em maio de 2024, que, devido as alterações climáticas e a uma série negligências cometidas pelas autoridades, como falta de planejametnos urbano e construção de diques, barragens e canais de drenagem de água, deixaram milhares de gaúchos desabrigados. Diante disso, é fundamental que os governantes não só criem leis de precaução contra mudanças climáticas como também as façam valer.

Ademais, vale salientar os vários acordos que são feitos internacionalmente com o fito de controlar as mudanças climáticas. À exemplo disso, o Protocolo de Kyoto foi uma conferência realizada no Japão que teve como foco a estipulação de metas internacionais no combate ao aquecimento global. Todavia, muitos países não concordaram com os termos estabelecidos pelo acordo, como os Estados e China, que, devido as suas proporções e influência, acabaram por prejudicar no cumprimento dos desígnios do tratado. Logo, são forçosas medidas que visem à adesão ampla de todos os agentes internacionais.

Portanto, é imperioso uma ação global no combate às mudanças climáticas. Para tanto, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve promover acordos entre os seus países membros, de modo que estabeleça metas plausíveis e, também, a adoção de multas no caso de integrantes que transgredirem aos termos estabelecidos, mediante aplicação de embargos e sanções proporcionais à violação, com o intuito de acabar ou, pelo menos, frear os impactos ambientais que concernem aos cidadãos de todo mundo. Assim, episódios como o do Rio Grande do Sul serão efetivamente previnidos.