Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 20/03/2025
Segundo o Cofundador e diretor da fundação Greenpeace, Paul Watson, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Desta forma, é compreensível que, diante do cenário atual, muitas pessoas não estão em harmonia com a natureza, visto que, a cada dia mais, o papel do mundo no combate às mudanças climáticas vêm sendo precário. Nesse sentido, é necessário analisar os motivos que tornam essa problemática uma realidade no mundo contemporâneo.
Diante desse cenário, compreende-se como um dos motivadores do problema os interesses econômicos. O filósofo húngaro István Mészáros já promulgava que: “Não existem freios possíveis à expansão destruidora do capitalismo. A continuidade da expansão das forças produtivas do capital no atual momento, passou a representar a destruição completa da natureza e, por conseguinte, da própria espécie humana”. Desta forma, percebe-se que a expansão do capitalismo é o principal destruidor do meio ambiente, podendo destacar os setores como o petróleo, gás e carvão que frequentemente exercem uma forte influência sobre a economia, o que pode atrasar ou bloquear políticas climáticas que visão melhorar a qualidade e impedir impactos e mudanças no clima mundial.
Ademais, deve-se destacar também a desinformação e o negacionismo populacional. O livro “Capitalismo e Colapso Ambiental” retrata sobre o caos socioambiental no qual a sociedade está imersa e, consequentemente, proporciona reflexões acerca de problemáticas ambientais instauradas na contemporaneidade, contudo as pessoas tem preferido ignorar tais fatores, o que torna os seres humanos desinformados e leigos a respeito da necessidade de se preocupar com as mudanças climáticas.
Portanto, o MMA - Ministério do Meio Ambiente - juntamente à UNEA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - devem trabalhar em conjunto para instaurar formas efetivas a respeito do papel do mundo no combate às mudanças climáticas, por meio de decretos, parcerias e recompensas oferecidas à humanidade, de forma que, suas ações irão corroborar para uma melhora do meio ambiente e, inevitavelmente, diminuindo as mudanças climáticas mundiais.