Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 19/03/2025

A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo, e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defende-lo e preserva-lo para as presentes e futuras gerações. Entretanto, o não cumprimento desse preceito é evidente, visto que, são necessárias políticas públicas e acordos internacionais para combater às mudanças climáticas. Nesse sentido, é imperioso analisar a negligência governamental e má influência midiática como agravadores desse problema.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a negligência governamental como motivador do problema. Em diversos países, os líderes políticos priorizam interesses econômicos imediatos em detrimento de ações que visem à proteção ambiental. Um exemplo emblemático é a decisão dos Estados Unidos de se retirar do Acordo de Paris durante o governo de Donald Trump. Essa saída não apenas enfraqueceu o compromisso americano com a redução das emissões de gases de efeito estufa, mas também enviou uma mensagem negativa ao mundo sobre a importância da colaboração internacional no enfrentamento das mudanças climáticas.

Ademais, a má influência midiática também pode ser apontada como promotora do problema. A cobertura da mídia sobre mudanças climáticas tende a focar em desastres naturais, negligenciando a gravidade da crise de forma mais ampla. Essa abordagem pode resultar em desinformação e ceticismo em relação à ciência climática, fazendo com que o público subestime a urgência de ações necessárias. Em vez de promover discussões informadas sobre políticas sustentáveis, a mídia frequentemente apresenta questões ambientais como notícias sensacionalistas.

Portanto, os Governos, maiores autoridades dos países, devem propor projetos de incentivo para países mais desenvolvidos entrarem na causa e reduzirem suas emições de gases poluentes e também campanhas socioeducativas para alertar a população sobre a gravidade da situação, por meio de palestras nas escolas e postagens nas mídias sociais, a fim de reduzir as mudanças climáticas.