Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 19/03/2025

A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. No entanto, o não cumprimento desse preceito é claramente visível, visto que está havendo diversas mudanças climáticas ao redor do mundo. Diante disso, combater às mudanças climáticas torna-se um desafio urgente, que deve ser combatido através de políticas públicas e acordos internacionais.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a negligência governamental como um dos motivadores desse problema. Segundo o Acordo de Paris, um tratado internacional que visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), tem o principal objetivo limitar o aquecimento global. Dessa maneira, fica nítido que esse Acordo apresenta o compromisso de reduzir o aquecimento global, com esforços para limitar o aumento da temperatura do planeta até o final do século a níveis seguros. Contudo, fica nítido que o governo não cumpre sua obrigação com a sociedade, uma vez que nem todos os países estão cumprindo corretamente os acordos internacionais em relação ao meio ambiente, sendo assim, torna-se imprescindível a dissolução dessa conjuntura.

Ademais, é necessário perceber ainda que a população mundial pode afetar o meio ambiente de diversas formas, como desmatamento, poluição, perda de biodiversidade e mudanças climáticas. De acordo com o filósofo grego, Aristóteles, “A natureza não faz nada em vão”, segundo ele acreditava que a natureza tem um propósito e que tudo nela tem um lugar e um papel, essa frase reflete essa visão, sugerindo que os seres humanos devem viver em harmonia com o ambiente. Dessa forma, é possivel perceber que a sociedade mudial deve procurar formas de combater às mudanças climáticas, a fim de possibilitar um mundo mais harmônico entre os humanos e a natureza.

Portanto, para que às mudanças climáticas seja controlada, o Governo

Federal, maior autoridade do país, deve comprometer-se com a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e investir em energias renováveis, por meio de acordos internacionais, como o Acordo de Paris e o Protocolo de Kyoto, a fim de possibilitar um mundo ecologicamente equilibrado.