Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 21/03/2025
A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê que todos os cidadãos tem direito à proteção, principalmente ao meio ambiente, onde é a moradia da sociedade. No entanto, o não comprimento desse preceito é evidente, visto que não há combate às mudanças climáticas no Brasil, consequentemente o aquecimento global, queimadas e o desmatamento. Nesse sentido, é imperioso analisar o que torna esse problema uma realidade.
Diante desse cenário, às mudanças climáticas prejudicam não só o meio ambiente, mas também a sociedade, isso ocorre pela falta de boa ação humana, o país já estabeleceu leis para a elaboração de planos de adaptação ás mudanças climáticas, porém, é visto que o governo federal não toma iniciativas para o fim desse problema. No entanto, a falta de comprimento está ocasionando queimadas, que além de prejudicar o meio ambiente, está arruinando os biomas brasileiros, juntamente das queimadas, o grande número de desmatamento está cada dia maior, com a intenção de melhorar as cidades ou até mesmo na zona rural, está contribuindo para o efeito estufa e o aumento das temperaturas do planeta.
Ademais, essa situação se agrava cada vez mais que o ser humano não é conscientizado pela falta da ação do governo federal, maior autoridade, por mais que planfetagens seja uma atitude de conscientização, o governo federal, não cumpre sua parte de tomar iniciativas diante desse cenário, o que, consequentemente gera um país irresponsável, com a situação inadmissível, além de prejudicar o mundo inteiro.
Portanto, é necessário que o governo federal, maior autoridade, tome iniciativas para combater as mudanças climáticas no país, por meio de leis, campanhas, palestras socioeducativas e ações que realmente conscientizem a sociedade, a fim de proporcionar um país melhor, responsável e seguro para sua pátria.