Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 20/03/2025

A utopia romance filosófico - escrito por Tomas Morus - retrata uma civilização perfeita e idealizada na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovida de conflitos e problemas. Contudo essa concepção não é mais conceituada visto que as políticas públicas e acordos internacionais: o papel mundo no combate às mudanças climáticas está cada vez maior. Nesse contexto destaca-se a irresponsabilidade governamental e a falta de interesse populacional.

Diante desse cenário, é válido ressaltar a irresponsabilidade governamental como um dos agravantes desse problema. De acordo com uma reportagem postada na BBC o Canadá, França, Alemanha, Finlândia… Diversos países se manifestaram de maneira contundente sobre incêndios na Amazônia. Alguns chegaram a defender boicotes a produtos agrícolas brasileiros e a derrubada do acordo comercial firmado entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Infelizmente essa é uma questão vivida no dia a dia para os produtores que dependem das suas plantações para viver

Ademais, outro fator é a falta de interesse populacional. Segundo pesquisas publicadas pela ONU a Sala Mundial de Situação Ambiental do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) mostra um aumento representativo de mais de 100 ppm nas concentrações de CO2 desde março de 1958. Visivelmente essa realidade está longe de acabar, pois a população só se importa em usar e não restaurar.

Portanto, políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas gera vários problemas. Assim, para aumentar o alcance entre os brasileiros, a mídia, como maior meio comunicativo mundial, deve divulgar propagandas sobre a valorização dos acordos internacionais e como isso ajuda no controle do aquecimento global, por meio de horários nobres afim de mostrar para a população brasileira as soluções para uma sociedade melhor.