Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 21/03/2025

No livro Colapso, do geógrafo Jared Diamond, é analisado como civilizações do passado entraram em declínio devido à má gestão ambiental. Essa realidade, infelizmente, se repete atualmente, pois a crise climática ameaça o equilíbrio global. No entanto, a ineficácia de acordos internacionais e a falta de políticas ambientais comprometem a mitigação desse problema. Diante disso, é essencial discutir a importância da cooperação entre nações e da atuação governamental na busca por soluções sustentáveis.

Diante desse cenário, a colaboração internacional é fundamental para conter o aquecimento global. Um exemplo disso é o Protocolo de Kyoto, assinado em 1997 para reduzir emissões de gases poluentes, mas enfraquecido pela falta de adesão e cumprimento das metas. Isso demonstra que, sem compromisso das grandes potências, os avanços são limitados. Além disso, a ausência de sanções rigorosas para países que descumprem esses tratados compromete sua efetividade. Dessa forma, enquanto interesses econômicos prevalecerem sobre a preservação ambiental, os esforços globais continuarão insuficientes.

Além da cooperação externa, políticas públicas eficazes são essenciais para reduzir impactos ambientais. No Brasil, o desmatamento da Amazônia é um dos principais desafios. Segundo o INPE, a destruição da floresta cresceu nos últimos anos, intensificando as mudanças climáticas. Embora existam leis ambientais, a fiscalização deficiente e a falta de incentivos sustentáveis comprometem a preservação. Sendo assim, sem medidas mais rigorosas, o país seguirá contribuindo para o agravamento desse problema.

Por isso, governos e organizações internacionais como a ONU - Organização das Nações Unidas - devem atuar de forma conjuta para mitigar os impactos ambientais, fortalecer os acordos climáticos, tornando suas metas obrigatórias e criar um fundo global para financiar políticas sustentáveis, por meio de parcerias entre países desenvolvidos e emergentes, além do incentivo ao setor privado, afim de que o enfrentamento da crise climática seja mais eficaz, garantindo um futuro equilibrado para as próximas gerações.