Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas
Enviada em 21/03/2025
Na obra “Não olhe para cima”, estreada por Leonardo Dicaprio, há uma sátira ao negacionismo das mudanças climáticas por meio de uma representação de lunáticos políticos, os quais ignoram as consequências de suas ações. No mundo real, essa problemática também existe e possui grande periculosidade, além da necessidade de ser resolvida em novas políticas públicas e acordos internacionais. O negacionismo e a incessante busca por patrimônio são fatores que agregam negativamente à essa problemática.
Diante disso, nas últimas décadas, juntamente com a democratização das redes sociais, houve uma grande de expansão do negacionismo, causando uma crise de “Fake News”. Diante disso, não há nenhuma política pública que possua efeitos diretos contra o negacionismo, causando reações negativas acerca do combate às mudanças climáticas. De acordo com a ativista “Greta Thumberg”, vivemos numa “sociedade da pós-verdade”, onde a empatia e a preocupação com o futuro são negligenciadas, e a sustentabilidade é esquecida, tanto por políticos quanto pela população.
Ademais, a questão das mudanças climáticas é global, tendo participação de todo e qualquer humano na terra. Contudo, uma pequena parcela da população – sobretudo responsável por 50% das emissões de CO2 – sobrepõe o dinheiro sobre a saúde do planeta. De acordo com o discurso da nova campanha política de Donald Trump (presidente e bilionário estadunidense), “Drill baby drill” (“Bora perfurar!”), ele incentiva milionários americanos da indústria do petróleo à perfurarem poços de petróleo em vários lugares dos EUA e mundo, com foco no Alasca, um dos lugares com a mais vasta beleza natural e diversidade natural.
Em suma, o negacionismo e a busca incessante por patriomônio - como dinheiro, terra e propriedades - são os principais fatores da mudança climática. No entanto, é necessário que novas políticas públicas e tratados internacionais sejam instaurados por meio da consciência política, como votos conscientes em candidatos com propostas pró-meio-ambiente ou a imposição de pressão em políticos para que tomem providências, a fim de que a população perceba a seriedade da situação e a ganância dos ricos diminua consideravelmente.