Políticas públicas e acordos internacionais: o papel do mundo no combate às mudanças climáticas

Enviada em 21/08/2025

A “Agenda 2030” é um documento proposto pela Organização das Nações Unidas que prevê uma série de soluções referentes ao enfrentamento das mudanças do clima, como reduzir o uso dos combustíveis fósseis. Entretanto, embora tenham ocorrido avanços quanto às políticas públicas e aos acordos internacionais, o papel do mundo no combate às alterações climáticas não está sendo efetivado de modo pleno. Logo, a partir desse contexto, é necessário discutir caminhos para frear os impactos ambientais, tais como pela atuação estatal e pela mobilização coletiva. Diante do exposto, é importante destacar que a ação governamental é uma das ferramentas para superar essa problemática de degradação do espaço natural. Nesse sentido, é fato que as políticas verdes auxiliam na proteção dos biomas e na conservação dos recursos. No entanto, devido à falta do cumprimento dessas medidas, nota-se que esses ecossistemas são alvos de atividades, tais como queimadas e desmatamentos, as quais promovem variações climáticas severas. Tal cenário pode ser ilustrado pela matéria do site G1 acerca da relevância estatal para impedir essas práticas ilegais, a fim de evitar os efeitos relativos à intensificação do efeito estufa. Dessa forma, urgem meios condizentes à preservação ambiental.

Outrossim, é válido ressaltar que a consciência social também é um mecanismo de consolidação dessa conduta global ligada às estratégias contra as oscilações do clima. Nesse contexto, cabe apontar que, em virtude da ausência de reivindicações coletivas, percebe-se que muitos países não se comprometem com as iniciativas internacionais, essenciais à mitigação dos desastres climáticos, de maneira integral. Esse caso é visto na notícia do Jornal Correio Braziliense referente aos entraves à luta contra o colapso climático impostos pela insuficiência de pressões populares às nações. Desse modo, é preciso interromper esses atos de omissão.

Portanto, entende-se que decisões são urgentes para atenuar o retrato vigente. Para isso, concerne às Organizações Mundiais, no dever de incentivar o resguardo do meio natural, junto aos representantes das nações, implantar projetos políticos e acordos mundiais, por intermédio de verbas, além da conscientização sobre as consequências da crise climática, com o objetivo de integrar os países e de formar uma mentalidade ambiental. Assim, será possível contemplar a proposta da ONU.